Docentes UNIFSA participam de capacitações no XXIX Encontro Pedagógico

28 jun


O XXIX Encontro Pedagógico do Centro Universitário Santo Agostinho iniciou nesta segunda-feira (27) no auditório Clóvis Melo – Anexo II. A atividade tem o objetivo de incentivar os docentes do UNIFSA a refletir e agir sobre as práticas educativas, possibilitando a ampliação de seus conhecimentos e habilidades no planejamento de ensino, através de palestras, oficinas, mesas redondas e muito mais.

Na terça-feira (28/06), o dia começou com mais uma palestra do Prof. Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts, desta vez no Encontro de Coordenadores às 8h, na Sala de Inovação da Sede UNIFSA. O especialista debateu com os participantes sobre O sentido de ser gestor no  UNIFSA.

Prof. Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts

Ainda pela manhã, às 10h, os docentes do curso de Psicologia, Profa. Ma. Karoline Costa, Profa. Dra. Laurimary Caminha Veloso e Prof. Dr. Carlos Eduardo Leal, ministraram a primeira oficina do evento, que aborda o tema Primeiros Socorros em Saúde Mental:  acolhimento e cuidado.

Oficina 1: Primeiros Socorros em Saúde Mental:  acolhimento e cuidado

A mesma oficina foi ministrada, então, na quarta-feira (29) às 15h, dessa vez pela Profa. Dra. Ana Lívia Castelo Branco de Oliveira, docente do curso de Enfermagem. O momento iniciou com uma música da banda Legião Urbana, tocada e cantada pela própria palestrante.

Oficina 3 – Primeiros Socorros em Saúde Mental:  acolhimento e cuidado

A canção, chamada Há Tempos, serviu para introduzir o assunto da Saúde Mental na conversa com os professores, destacando a importância de estar atento aos sinais dados pelos alunos quando estão precisando de ajuda.

Ana Lívia apresentou passos para o docente UNIFSA melhor acolher o aluno vulnerável emocional e mentalmente, oferecendo-lhe apoio psicológico e “ombro amigo”.

Profa. Dra. Ana Lívia Castelo Branco de Oliveira

Uma ação muito importante é o olho no olho. Olhe no olho do seu aluno, porque existe confiança na pessoa que olha no olho. Se eu estiver fazendo um discurso e não olhar no seu olho, você vai desacreditar naquilo que eu disse. Então o primeiro passo desse acolhimento na nossa postura como professor é esse.

Profa. Dra. Ana Lívia Castelo Branco de Oliveira, docente UNIFSA

O segundo passo seria a “escuta” dentro dos seus limites. O docente deve dar atenção ao sofrimento do estudante, mas não deve agir sozinho, é recomendado que encaminhe o paciente para uma ajuda especializada na insitituição ou fora dela.

Por fim, exercer empatia é uma ótima iniciativa. O estudante ou docente possui uma vida fora da sala de aula, e nem sempre estará em um dia bom. É necessário que o ouvinte se coloque no lugar do outro e não menospreze suas dores.

O coordenador do Núcleo de Apoio Pedagógico – NUAPE, Edjofre Coelho, destaca que debater sobre saúde mental no ambiente acadêmico é essencial, principalmente após o isolamento social e o retorno das aulas presenciais, no qual muitos alunos apresentam indícios de ansiedade, depressão ou até mesmo intenção de suicídio.

Nós tivemos passando por vários casos, já passávamos antes, mas nesse semestre os casos aumentaram, desce mais leves a mais graves. Então devemos sim buscar saber, aqui no Encontro Pedagógico, como é que a gente pode acolher, se movimentar , o que a gente pode fazer e, também, o que não podemos/devemos fazer.

Edjofre Coelho, coordenador do Núcleo de Apoio Pedagógico – NUAPE
Edjofre Coelho, coordenador do Núcleo de Apoio Pedagógico – NUAPE
Tags: , , , , ,
Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support
Quer falar com o UNIFSA? Comece aqui